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| Prefeito Mecias Sateré foi alvo de homenagens |
A
prefeitura de Barreirinha comemorou o Dia do Índio, nesta sexta-feira (19/4),
na Aldeia de Ponta Alegre Rio Andirá. O evento contou com o tradicional ritual
da dança da tucandeira como ponto alto da festa. “É muito importante para o
município como Barreirinha ter eventos como esse, porque é um resgate da
história do nosso país”, disparou o prefeito Mecias Sateré que é indígena.
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| Mecias Sateré cumprimentando o povo que lhe aguardava na sede social |
Na
comitiva do prefeito Mecias Sateré e do vice-prefeito Mário Carneiro estavam presentes
o vereador Sávio Dutra, presidente da Câmara Municipal em exercício, vereador
Lúcio Filho, Marcelo, vereador Orlanildo, vereador Renilson Marinho, vereador
Márcio Marques, vereador Penha, Bulete Sateré, filho do prefeito Mecias, Secretária
de Saúde Jociane Siqueira, Secretária de Ação Social Guiomar Noronha, Secretário
de Cultura e Meio Ambiente Aderaldo Tavares, Secretário de Obras Branco
Baraúna, Delegado de Polícia de Barreirinha, Jecinaldo Cabral, presidente do
Conselho Geral da Tribo Sateré Mawé, Tuxaua Donato, Lúcio Menezes, João Sateré,
Amado e demais lideranças indígenas.
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| Mecias Sateré reafirmou seu compromisso com o povo Sateré Mawé |
A abertura
do evento foi com o hino nacional brasileiro cantado pôr uma indígena
Sateré-Mawé. Em seguida alunos e professores prestaram suas homenagens ao
prefeito com poesias, mensagens, e como lembrança o prefeito ganhou um porantin
entalhado na madeira, o vice-prefeito Mário Carneiro também recebeu homenagem. Houve
um momento em que o prefeito Mecias se emocionou com uma homenagem feita por
uma professora indígena. Após os agradecimentos do prefeito Mecias Sateré e do
vice-prefeito Mário Carneiro, aconteceu a tradicional dança da tucandeira.
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| Momento de emoção quando o prefeito Mecias recebia as homenagens |
O prefeito agradeceu
a Deus pelo dom da vida, aos Tuchauas pela confiança e a todas as lideranças
indígenas pelo apoio na administração de um índio que conhece os problemas do
povo indígena e do povo caboclo, principalmente aqueles que moram nas
comunidades rurais.
Mecias Sateré
alertou para o fortalecimento do Movimento Indígena no Amazonas que precisa
continuar lutando em defesa da floresta, da cultura e das tradições indígenas,
para que as mortes daqueles índios que foram queimados não sejam em vão. E hoje
os indígenas mais do que nunca precisaram estar unidos para continuar buscando
uma qualidade de vida melhor para todos.